segunda-feira, 24 de junho de 2013

A existência do Diabo


O Antigo Testamento. Os primórdios do livro de Gênesis  mostra Satanás atuando ardilosamente através da serpente para provocar a queda do homem , um episódio pecaminoso e funesto que veio afetar toda a descendência de Adão – a raça humana .
No reinado de Davi, satanás se levantou contra Israel e incitou Davi a numerar o povo, isto é, a fazer o censo de Israel (1 Cr 21.1). Por essa desobediência, Deus feriu a Israel, mediante uma peste, em que “caíram de Israel setenta mil homens” (1 Cr 21.14). Essa rebeldia deliberada de Davi ocorreu após suas grandes vitórias e realizações (1 Cr 14-20), pois satanás, o enganador, conseguiu penetrar numa brecha em sal vida (1 Cr 21.7,8; 1 Tm 3.6).
No Salmo 106.36,37, vemos que por trás de práticas religiosas idolátricas estão os demônios.
Vemos em Zacarias, cap.3, a realidade de satanás  ao acusar o sumo sacerdote Josué e opor-se à nação de Israel. No texto em apreço, Josué, como representante do Israel, não podia resistir a satanás. Josué, na qualidade de sumo sacerdote, trajava-se de veste malcheirosas e imundas, símbolo do pecado. Por isso, o senhor (Anjo do Senhor) resistiu a satanás e o reprendeu; Ele havia escolhido Israel para cumprir os seus propósitos.
Evidências de Satanás no Novo Testamento. Dezenove dos vinte e sete livros do novo testamento mencionam satanás por algum dos seus nomes. Dos oito restantes, quatro deles mencionam os demônios, que são seus agentes.
Evidências emanadas de Jesus Cristo. Nos evangelhos, das vinte e nove referências à satanás, vinte e cinco delas é cristo que menciona como sendo uma pessoa. Por exemplo, no relato da tentação de Jesus o seu testemunho da realidade da pessoa do  inimigo ( Mt 4.1-11; mc 1.9-13; Lc 4.1-13).
Cristo triunfou para sempre sobre satanás ( Lc 11.21; Hb 2.14,15), e o crente, pela fé em cristo triunfa da mesma forma, resistindo e nulificando as armas que cristo nos proporciona ( Ef 6.10-18; Tg 4.7; 1 Pe 5.9-10; Rm 16.20).

Reconhecer a realidade de satanás, levar a sério a sua oposição, ficar atento a sua estratégia, levar em conta a guerra continua com ele não é cair num conceito dualista de dois deuses, um bom e outro mau, guerreando um contra o outro. Satanás é uma criatura sobre humana, mais não é divino; ele tem muito conhecimento e poder, mais não é onisciente  nem onipotente e nem onipresente; ele é rebelde derrotado e não tem mais poder além daquele que Deus lhe permite exercer e está destinado ao lago de fogo ( Ap 20.10). 
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